sábado, 4 de fevereiro de 2012


A Maternidade Divina na Tradição

icon_myrrhNa tradição, os Santos Padres mais antigos, da mesma forma que na Escritura, ensinam a realidade da verdadeira Maternidade de Maria, com diversas expressões. De acordo com SERNANI (2002, p.33)
Santo Inácio de Antioquia diz: “Porque Nosso Senhor Jesus Cristo foi levado por Maria em seu seio, conforme o decreto de Deus de que nasceria da descendência de Davi, mas por obra do Espírito Santo” (eph. 18,2) e Santo Irineu: ‘Este Cristo, como os olhos do Pai, estava com o Pai… foi dado a luz por uma Virgem’. “Os Padres da Igreja ao fundamentar a Maternidade Divina apoiaram-se no texto de Isaías: ‘Uma virgem conceberá e dará a luz a um filho, e seu nome será Emmanuel’ e assim canta a Sagrada Liturgia”.
Desde o século III se fez corrente o uso de título Theotócos, Mãe de Deus, dele dão testemunho Orígenes e muitos outros autores. SÃO GREGÓRIO NAZIAZENO citado por SERNANI, no ano de 382 afirma: “Se alguém não reconhece a Maria como Mãe de Deus, se faz separado de Deus” (Idem).
Antes do Concílio de Nicéia no ano de 325, afirmam comumente os padres que Maria concebeu, engendrou, criou a Deus; o que o filho de Deus foi concebido e nasceu de Maria. Desde o século III em diante, Maria é chamada de Theotókos, Mãe de Deus e aquela que gerou Deus.
Entretanto antes que os padres e os concílios, a fé explicita na divina maternidade de Maria aparece na Sagrada Liturgia. Efetivamente, há pouco tempo foi encontrado um fragmento de um papiro grego do século III que reproduz a antífona Sub tuum presidium; nela a Santíssima Virgem é invocada com o título de Theotókos. No mesmo tempo, Santo Hipólito Romano (sec. II e III) é o primeiro dos teólogos da Igreja antiga que faz sua a expressão “theotókos” em sua obra escrita em grego. Maria, Mãe de Deus. Qual é, na mente da igreja e da tradição, o genuíno e profundo sentido deste dogma mariano central.
Maria é mãe, não da divindade ou do Verbo enquanto a sua natureza divina; senão ela é gerou o verbo de Deus o qual Ela e d’Ela tomou carne humana. E saber, o filho de Deus não passou através do corpo virginal de Maira com através de um canal de água que corre por ele, não tomando a forma de um corpo humano fictício, aparente, com se atreveram a afirmar

Nenhum comentário:

Postar um comentário