Maria e a Revelação Bíblica
08-07-2011 by Patrício DarvissonPara alguns leitores que me questionaram sobre Maria, essa maravilhosa mulher que foi escolhida por Deus para ser a mãe de Jesus, segue um ótimo estudo feito pelo prof. Ricardo André que responderá todas as perguntas.
Vale a pena conferir. Esteja com a Bíblia em mãos para conferir todas as passagens.
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Papa enfatiza mariolatria
06-07-2011 by Patrício DarvissonNo último dia de Maio, por exemplo, Bento XVI recebeu uma delegação da congregação mariana Mariä Verkündung (Maria Anunciada) de Ratisbona (Alemanha). Conforme informou o site Zenit, o papa resumiu sua posição enunciando que “A catolicidade não pode existir sem uma atitude mariana”, porque “ser católicos quer dizer ser marianos, que isso significa o amor pela Mãe, que na Mãe e pela Mãe encontramos o Senhor”.
Parte da argumentação do pontífice é puro ilusionismo exegético: ele busca nos mover da devoção que Maria demonstrou pelo Salvador à devoção dirigida à própria Maria (sem respaldo bíblico). Bento ainda destaca que a fé em Maria não se apóia no passado, e, sim, olha para o futuro.
Ironicamente, ao lutar contra o relativismo, o papa o estabelece, porque defende uma interpretação baseada em meras opiniões humanas (base do relativismo); afinal, como ele poderia apelar à Revelação se ela considera a adoração a qualquer coisa, exceto Deus, como idolatria (ex 20: 4-5; Sl 115:4-8; Is 46)?
Douglas Reis
Fonte: OutraLeitura
Veja mais sobre a Mariologia aqui.
Mariologia à Luz da Bíblia – Estudo de Samuele Bacchiocchi
06-10-2010 by Patrício Darvisson
O artigo relata que milhões de “pessoas do mundo inteiro estão viajando grandes distâncias para demonstrarem pessoalmente sua veneração à Nossa Senhora. O final do século 20 tornou-se a idade da peregrinação mariana” [2]. Vários exemplos informativos são citados. “Em Lourdes, o maior dos 937 santuários de peregrinação na França , o comparecimento anual nos últimos dois anos aumentou 10%, para 5,5 milhões.”
“Em Fátima, Portugal, a capela que marca a aparição de Maria diante de três crianças em 1917, atrai uma constante de 4,5 milhões de peregrinos ao ano, de um número cada vez maior de países . . . Em Czestochowa, Polônia, as visitas na Capela da Madona Negra já chegam a 5 milhões por ano, concorrendo com Fátima e Lourdes desde a visita de João Paulo em 1979. Ali, em agosto passado, o Papa falou a um milhão de jovens católicos. No ano passado,em Emmitsburg, Md., a presença de pessoas dobrou para 500.000, num dos mais antigos dos 43 principais locais marianos no Estados Unidos, a Capela Nacional da Gruta de Nossa Senhora de Lourdes”.[3]
Num artigo de capa semelhante, intitulado “O significado de Maria”, a revista Newsweek sumaria a história de Maria dizendo:”O segredo do misterioso poder de Maria talvez seja apenas isto: por não ter história própria, ela atrai cada nova geração a criar uma imagem dela. A Bíblia oferece apenas pequenos relatos para se trabalhar. . . A partir dessa pequena linha de desenvolvimento, Maria gradualmente cresce. Surpreendentemente esta mãe judia desconhecida absorveu e transformou as mais poderosas deusas pagãs. Ela foi a Madona que dá a vida, mas também a Pietà que recebe os mortos. Uma vez que o ascetismo se tornou um caminho privilegiado para a santidade cristã, ela se tornou a perpétua virgem, um modelo de castidade e negação própria. Em 431, o Concílio de Éfeso emitiu a primeira declaração dogmática sobre Maria: ela estava para ser honrada como Theotokos ou a Mãe de Deus. . . . No século 19, tempos depois do culto a Maria ser rejeitado por muitos reformadores protestantes como um papismo sem sentido, o Papa Pio IX proclamou o dogma católico da Imaculada Conceição. ”[4
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